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Hospital Regional de Marabá debate qualidade do atendimento ao usuário

Como a motivação ajuda a alcançar resultados? O que é preciso para manter-se motivado e como isso influencia no atendimento ao usuário? Estas foram as perguntas centrais de um bate-papo realizado nesta semana com colaboradores da Recepção e Controle de Acesso do Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), de Marabá.

A recepcionista Francimeire Andrade foi uma das participantes. Para ela, a discussão reforçou a importância de se colocar no lugar do outro para garantir o atendimento humanizado. ”Foi uma conversa muito boa. Mostrou que nós, que somos o primeiro contato do usuário no hospital, precisamos estar motivados para acolhê-lo bem. Quando um paciente procura atendimento médico ou vai fazer um exame, algo não vai bem. Então, se o atendemos bem, mostrando que ele receberá o atendimento que necessita e esclarecemos as dúvidas, esse contato se torna mais agradável”, avaliou a colaboradora.

A pedagoga Ana Paula Barbosa, do Núcleo de Educação Permanente (NEP), foi quem conduziu o bate-papo. Segundo ela, a iniciativa teve o objetivo de facilitar o trabalho em equipe. Além disso, também mostra que gostar do que se faz é o primeiro passo para a satisfação profissional – e, consequentemente, para o atendimento qualificado ao usuário.

Humanização

Unidade pública gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional de Marabá é referência em atendimento de média e alta complexidades na região sudeste do Pará. Periodicamente, realiza treinamentos e capacitações com base na Política Nacional de Humanização, criada pelo Ministério da Saúde para qualificar a saúde pública no Brasil.

Além disso, a unidade desenvolve diversas ações para tornar o ambiente mais ameno para usuários, acompanhantes e colaboradores, a exemplo das sessões de risoterapia e musicoterapia, realizadas a partir do Programa de Voluntariado.

Para os usuários ambulatoriais, atendidos no Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia (SADT), nos consultórios médicos e no Ginásio de Fisioterapia, o Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) e a Humanização do hospital realizam também atividades como orientações em saúde e oficinas de artesanato. Todas essas atividades ocorrem durante o período de espera pelo atendimento.