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Hospital Regional do Sudeste “Dr. Geraldo Veloso” reforça práticas seguras para o uso de medicamentos

Referência em atendimento de média e alta complexidade para 22 municípios da região, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRSP), em Marabá, adota uma série de protocolos para garantir a segurança dos pacientes atendidos na instituição. Um deles é o Protocolo de Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos, que foi tema de um treinamento realizado pela Diretoria de Enfermagem, com o apoio do setor de Farmácia e do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente, para enfermeiros e técnicos de Enfermagem do hospital.

As orientações contemplaram todas as etapas da terapia medicamentosa em unidades hospitalares, desde a prescrição médica até a administração no paciente, a fim de reforçar práticas que ajudam a prevenir eventos adversos relacionamentos ao uso de remédios.

Segundo o diretor de Enfermagem do HRSP, Leisson Pinheiro, entre as estratégias adotadas para garantir a administração segura de medicações destaca-se a regra dos ”nove certos”, orientada pelo Ministério da Saúde. ”Neste treinamento, que atendeu todos os turnos, adotamos uma metodologia que, de forma prática, explicou a essência do protocolo e os principais momentos em que pode haver falhas. Além disso, reforçamos os nove pontos que devem ser checados sempre pelo profissional antes da administração do medicamento: paciente, droga, via, dose, hora, documentação, ação da droga, forma e resposta”, comentou o gestor.

Durante o treinamento, também foi reforçada a importância da identificação e do cuidado com medicamentos de alta vigilância, que possuem maior potencial de provocar dano no paciente quando há erro de utilização, como sedativos, insulinas e eletrólitos de alta concentração.

Débora Raquel Gomes, técnica de Enfermagem do Centro Cirúrgico, participou da orientação. ”É importante identificar corretamente as medicações, porque nos dedicamos a cuidar bem do paciente. Por exemplo, achei muito bom quando o hospital passou a utilizar a pulseira de identificação de alergias. Assim, quando o paciente sai da clínica e chega ao Centro Cirúrgico, antes mesmo de olharmos o prontuário, já sabemos da informação e avisamos o anestesista e o cirurgião”. A pulseira a que a técnica se refere é uma identificação vermelha, que fica no braço de pacientes alérgicos a alguma fórmula. Essa informação é indicada também na cabeceira do leito, bem como no prontuário do paciente.

Protocolos

Estabelecidos pelo Ministério da Saúde, os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente integram o Programa Nacional de Segurança do Paciente, cujo objetivo é contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos da área no País.

Unidade gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional do Sudeste do Pará adota oito protocolos que integram o programa nacional. São eles: identificação do paciente; prevenção de lesão por pressão; segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos; prevenção de quedas; cirurgia segura; prática de higiene das mãos; segurança na comunicação entre os profissionais de saúde e transfusão de sangue.

De acordo com o diretor-geral da instituição, Valdemir Girato, ferramentas como essa melhoram os indicadores e reduzem os custos da internação. ”Com a implantação e o acompanhamento dos protocolos, conseguimos diminuir o tempo de permanência do paciente na unidade, os custos, as taxas de infecção hospitalar e a mortalidade, dentre outros indicadores. Os protocolos também dão maior segurança para atuação dos profissionais na assistência, bem como refletem no índice mensal de satisfação do usuário, que é, em média, de 98%”, comentou o administrador. (Assessoria de Comunicação)

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