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Metropolitano lança boneco terapêutico para pacientes infantis

Os pacientes infantis do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) contam a partir desta quinta-feira, 20/7, com mais uma ação de humanização no tratamento oferecido pela unidade em Ananindeua (PA). Trata-se do projeto “Amiguinho do Metropolitano”, no qual cada criança internada na unidade ganha um boneco de uso terapêutico.

O lançamento é a primeira Ação do Bem desenvolvida pelo Metropolitano em comemoração aos 50 anos da Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que gerenciada a unidade sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

As crianças receberão o “Amiguinho” em uma manhã animada preparada na unidade. O veraneio é o tema da festa, que terá muitas cores, além de elementos cênicos para lembrar as brincadeiras das férias de julho na praia como boias e bolas. Voluntários que fazem ações no hospital também participarão da festa.

A concepção do “Amiguinho do Metropolitano” une dois princípios praticados no HMUE: a humanização e a sustentabilidade. Idealizado por colaboradores do setor de processamento de roupas com orientação da Diretoria de Apoio da unidade, o “Amiguinho do Metropolitano” é produzido com materiais que seriam descartados.

O corpo do boneco é feito  pelo setor de Costura com tecidos e o enchimento utiliza pequenos pedaços de colchão piramidal. O material é originalmente usado para prevenir lesões por pressão nos pacientes. O “Amiguinho” também possui feições infantis desenhadas pelas colaboradas da Costura e uma gravatinha representada por um boto. Cada criança receberá o brinquedo em uma mochila confeccionada em manta SMS, que o paciente infantil pode utilizar posteriormente em suas atividades diárias.

O tecido em polipropileno é usado nas caixas que guardam instrumentos cirúrgicos. Após esta utilização, o material, que é esterilizado, também seria descartado.  Faz, ainda, parte do kit a chamada escala de dor, uma régua com ilustração de emojisque fazem a contagem, do número um ao número dez, do nível de dor do paciente.