Conflitos entre juízes sobre prisão de Lula escancaram insegurança jurídica Decisões contraditórias de juízes põem em dúvida capacidade do Poder de dar respostas claras às demandas da sociedade. Para analistas, dia caótico teve “sucessão de equívocos”

A decisão do desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a queda de braço que se estendeu ao longo de todo o dia entre a soltura e a manutenção da prisão do petista escancararam os conflitos entre as várias instâncias da Justiça brasileira. A confusão descortinou uma grave insegurança jurídica nos processos do Poder Judiciário. A largada de Favreto na manhã de ontem foi contestada pelo juiz federal Sérgio Moro, da 13º Vara Criminal de Curitiba. A contrariedade do magistrado de primeira instância foi respaldada, no início da tarde, pelo relator do caso no TRF-4, desembargador João Pedro Gebran Neto, após encaminhamento do presidente do tribunal, Thompson Flores. Às 16h14, Favreto voltou a emitir uma nova sentença, pedindo novamente a liberdade de Lula. À noite, foi a vez de Thompson manter o entendimento pela continuidade da prisão. Na corrida desenfreada do Judiciário, ninguém saiu ganhando. Para o advogado criminalista Celso Vilardi, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), houve erros de todas as partes. Em primeiro lugar, ele avalia como um equívoco a ordem de habeas corpus de Favreto. “Não é o caso de rever uma decisão que já se encontra sob jurisdição do Supremo Tribunal Federal (STF)”, analisou. A decisão de Moro, de desrespeitar a ordem de um desembargador e da própria Polícia Federal ao não cumprir a soltura de Lula após a determinação de Favreto, também foi considerada um erro por Vilardi. Bem como os pareceres de Gebran e Thompson.…

Praia do Tucunaré é um dos pontos mais procurados em Marabá

(Foto: Divulgação)

O verão em Marabá no sudeste paraense começou com movimentação intensa na praia do Tucunaré, tradicional point nestas férias na região sudeste do Pará. A forma de se chegar à praia, atravessando de barco da orla para o banco de areia formado na baixa do rio Tocantins em um trecho de quase dois quilômetros, é um atrativo a mais para se apreciar as belezas da natureza regional.
Como o ambulante Gilvan Rodrigues. “Hoje vamos tirar um dia de folga e aproveitar para curtir a praia com a família, porque durante a semana trabalhamos muito no festejo junino”, contou.
O grupo RBA Marabá também estará neste verão agitando a galera com a Blitz Verão RBA 2018. A blitz vai promover a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente como tem feito há 10 anos em Marabá. A novidade para este ano, é que uma das programações está o Passeio Ciclístico RBA, que em breve terá a data anunciada.
As inscrições serão abertas nos próximos dias e serão feitas na sede da RBA, localizada no Km 4,5 da Rodovia Transamazônica, na Nova Marabá, mediante entrega de 2 kg de alimento não perecível, que serão doados a instituições filantrópicas do município.

(Sucursal de Marabá)

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