Talentos que encantam Marabá

INFORME PUBLICITÁRIO Marabá é um celeiro de talentos no sudeste do Pará. A cidade tem revelado novos artistas ao mesmo tempo em que reconhece e celebra aqueles que já fazem parte da sua história musical. Daniel Caçula é um deles. Com sua voz grave, destaca a variedades de estilos que a cidade inspira. A cantora Wânnia Alves é um dos novos nomes da música marabaense. Sua carreira começou há 10 anos, mas foi em 2016 que sua voz chegou mais longe, após ter conquistado o primeiro lugar do Festival Canta Marabá. No ano passado, ela experimentou um festival pela primeira vez e ganhou o primeiro lugar. O Canta Marabá – Festival de Música Popular Paraense, realizado pelo Grupo RBA e apoiado pela Vale há nove anos, é o maior evento do gênero na região, com premiação para compositores e intérpretes locais. Segundo a cantora, compositora e violonista Nilva Burjack, a iniciativa proporciona um momento especial de visibilidade para os artistas e para a produção musical na cidade.   Outro artista que considera o Festival Canta Marabá importante para a divulgação e consolidação da carreira é Marcelo Mourão Figueiredo. Ele começou na música, na igreja, cantando no coral infantil da Assembleia de Deus do município, aprendeu a tocar violão e, ao longo dos anos, aprimorou seu talento como compositor. Recentemente, ele assumiu o nome artístico Marcellus e, tocando na noite, ampliou o foco e mantém um repertório eclético. A Vale acredita no potencial transformador da cultura e, por isso, investe em projetos que valorizam a identidade…

Instituto Tecnológico Vale: Evoluir é cuidar do futuro

  [Informe publicitário] Cuidar da qualidade das águas fluviais da bacia do Rio Itacaiúnas. Esse é o objetivo de uma pesquisa desenvolvida, desde 2012, pela Vale por meio do Instituto Tecnológico Vale (ITV) no sudeste do Pará. O trabalho monitora os recursos hídricos, desenvolvendo uma base de dados e ferramentas que garantem a análise e o uso sustentável deste recurso natural.   A bacia hidrográfica do Rio Itacaiúnas está subdividida em seis sub-bacias, que abastecem 10 municípios paraenses: Água Azul do Norte, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Marabá, Parauapebas, Piçarra, São Geraldo do Araguaia, Sapucaia e Xinguara. Por meio de oito estações hidrometeorológicas instaladas ao longo da bacia é possível coletar diversos dados e informações como direção e velocidade do vento, temperatura, umidade relativa do ar, pressão atmosférica, volume de chuvas, variação no nível e vazões dos rios e, assim, monitorar e conhecer o funcionamento dos rios que compõem a bacia e avaliar a qualidade da água que é devolvida aos rios. Além de saber qual a disponibilidade hídrica da bacia e como essa disponibilidade pode afetar o abastecimento de água para os ecossistemas e para a população. O projeto conta com uma parceria importante com a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (SEMAS), que fazem a recepção e armazenamento dos dados transmitidos pelo satélite GOES, disponibilizado pelo Serviço Geológico norte-americano, em seus computadores. Além das pesquisas realizadas dentro do projeto, o Itacaiúnas ajuda a fomentar outras pesquisas desenvolvidas na região, como a…