MPE DIVULGA NESTA QUINTA RELATÓRIO QUE REVELA DESTRUIÇÃO NO RIO ITACAÍÚNAS

Será anunciado medidas visando a preservação e recuperação da mata ciliar do Rio que sofre com a destruição
.Força-tarefa composta por integrantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM), Ministério Público Federal (MPF), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Polícia Civil fez duas incursões recentemente nas margens do Rio Itacaiúnas a fim de levantar as causas da destruição que ocorre naquele curso d’água.
Na quinta-feira, 19, no auditório do MPE, o grupo apresentará o relatório dessas fiscalizações bem como as medidas a serem tomadas visando a preservação e recuperação da mata ciliar.
Segundo a diretora ambiental da Semma, Maria do Livramento Almeida, um dos cenários mais chocantes das áreas fiscalizadas é o de um lago, às proximidades do balneário Taboquinha, que está sendo aterrado por lixo e entulho, “provavelmente para dar lugar a moradias”.
Esse lago, de acordo com observação de Livramento, é berçário de jacarés e pássaros, inclusive de galinha d’água, uma espécie de jaçanã comum nos rios e lagos da Amazônia, que vem diminuindo nesta região em consequência do desmatamento

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MST interdita rodovias em Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá

Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17) que membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) interditam as rodovias: PA-160 (Canaã dos Carajás); PA-275 (entre Parauapebas e Curionópolis) e BR-155 (Marabá). O movimento é realizado simultaneamente em várias partes do Brasil e vem causando um transtorno enorme nas estradas.

De acordo com lideranças do movimento, o MST tem em pauta as seguintes reivindicações que na sua grande maioria serão encaminhadas ao Governo Federal:

• Melhorias estruturais nos assentamentos;

• Vistorias e desapropriação de terras ocupadas;

• Abastecimentos com cestas básicas nos acampamentos;

• Cassação de Cunha;

• Ampliação dos créditos rurais para os assentamentos;

• Entre outras demandas que variam de cada região;

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Hospital Regional realiza programação em Memória as Vítimas de Trânsito

Hospital Regional realiza nesta desta segunda feira as  11 horas, programação  alusiva ao dia Dia Mundial em Memória as Vítimas de Trânsito, lembrado no terceiro domingo de novembro. Data instituída em 2005 pela Assembléia Geral das Nações Unidas para homenagear as pessoas que morreram em virtude de acidentes de trânsito, além de seus familiares.
O objetivo da ação é promover aprendizado e interação de conhecimentos sobre a importância da prevenção de acidentes e educação no trânsito, através de um espaço educativo, discussões em grupo, apoio e orientação.
A programação, organizada pela Comissão de Revisão de Óbito e Comissão de Humanização, ocorrerá na segunda-feira (16) na recepção principal e ambulatório com diálogos participativos no tema “É hora de lembrar – Diga NÃO à Violência Viária”, facilitados pela Enfermeira Karla Luz e as Assistentes Sociais Arlene Pessoa e Iara Machado, direcionados para colaboradores, usuários externos e acompanhantes. Haverá distribuição de materiais educativos e broche em laço preto – símbolo de luto.

Além de estimular o fortalecimento de práticas de autocuidado, a ação busca a conscientização da população, objetivando minimizar número de vítimas e politraumatizados (maior demanda do HRSP). Para se ter uma ideia da gravidade dos acidentes de trânsito em Marabá, por exemplo, nada menos de 70% dos leitos do Hospital Regional estão ocupados por vítimas de acidentes (a maioria envolvendo moto).

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Helder recebeu da Câmara Municipal o título de Cidadão do Rio de Janeiro.

O governo federal marcou para o dia nove de dezembro, as licitações de áreas portuárias. A informação foi divulgada na participação semanal do ministro dos portos no programa de rádio na ultima quinta feira 12/.Helder disse que a  medida é importante para o estado, Vila do Conde, estará entres as áreas que estarão sendo licitadas, com uma perspectiva de investimento de 500 milhões de reais no setor portuário do Pará, fortalecendo a competitividade no estado, e com isso atraindo empresas, e  indústria, geração de emprego e renda para a população do Pará.

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PROTOCOLOS DE RASTREABILIDADE TRAZEM SEGURANÇA ALIMENTAR, EFICIÊNCIA E QUALIDADE À CARNE, DIZ PRESIDENTE DA CNA

O presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, e o presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), Pedro Gustavo de Britto Novis, oficializaram nesta quinta-feira (12/11), na sede da ACNB, em São Paulo (SP), o acordo de cooperação entre as entidades que viabiliza o funcionamento dos Protocolos de Sistemas de Rastreabilidade de Adesão Voluntária da Carne Certificada Nelore Natural, pertencente ao Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN), que opera atualmente em conjunto com o Grupo Marfrig. O termo, viabilizado com a implementação da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), implica em uma revolução na gestão e identificação da carne Premium de origem da raça Nelore comercializada no Brasil. O acordo dá transparência, informação e segurança aos consumidores de cortes de alta qualidade no país. Segundo o presidente da CNA, João Martins, é preciso valorizar quem produz melhor, por isso este protocolo vem para estimular o produtor de Nelore a produzir animais de qualidade. “Queremos que o produtor entenda que temos um novo momento, um momento de ser mais eficiente, um momento de produzir melhor e com segurança alimentar. Nelore é a raça predominante no Brasil, e com este protocolo será dominante também em qualidade”. Para o presidente da ACNB, Pedro Gustavo de Britto Novis, o sistema é uma garantia adicional para todos, pois traz padronização para todas as raças. Uma plataforma que facilita a adesão, a divulgação e o conhecimento de todos os produtores, para escolher como fazer a produção de sua fazenda. “O Nelore é a raça…

CRESCE O MATOPIBA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou os 337 municípios selecionados para o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba – região formada por partes dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia. A relação completa consta de publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (13). Uma das prioridades da ministra Kátia Abreu, o plano prevê investimentos em políticas públicas de infraestrutura, inovação e tecnologia e ascensão de agricultores à classe média rural. Dos 337 municípios selecionados, 139 são do Tocantins, 135 do Maranhão, 33 do Piauí e 30 da Bahia. Nessas localidades, existem 324 mil estabelecimentos agrícolas. A região cultiva grãos –soja, milho e arroz –, algodão e frutas, além de desenvolver a atividade pecuária. Na safra 2013/2014, o Matopiba produziu 8,7 milhões de toneladas de soja. Em visita esta semana aos Emirados Árabes, a ministra Kátia Abreu apresentou à holding Aldahra as oportunidades de investimentos no agronegócio brasileiro e citou o potencial do Matobipa, destacando sua produção de grãos, frutas e peixes. A holding atua na comercialização de alimentos e é grande re-exportadora para mais de 20 países árabes. Seleção A seleção dos municípios que vão integrar o Plano de Desenvolvimento do Matopiba foi realizada por meio de procedimentos numéricos e cartográficos, com o uso de satélite para integrar os dados agroecológicos e socioeconômicos. – Essa foi uma decisão técnica baseada no que é considerado Cerrado nos quatro estados – disse o diretor substituto do Departamento de Cooperativismo e Associativismo do Mapa, Rodrigo Mazzoleni. Segundo ele, o Grupo de Inteligência…

EDITORIAL do Jornal do Brasil Não há guerra sem razão econômica Jornal do Brasil

Os atentados do Estado Islâmico que assombraram Paris na noite desta sexta-feira (13) estão sendo tratados internacionalmente como um problema de guerra santa e suas motivações econômicas, desencadeadas pela enorme desigualdade social do mundo, caíram em esquecimento. A fuga de refugiados sírios e libaneses, a fome, a falta de trabalho, a discriminação e o abandono de um povo explorado por seus antigos colonizadores são apenas alguns dos fatores que compõem esta equação. Até o petróleo – que atualmente vive um momento de crise, em função da queda de seus preços – encontrou seu espaço dentro desta conjuntura. Isso porque o contrabando da commodity se tornou a principal forma de financiamento do EI. Em entrevista à revista Exame, o fundador do Instituto de Energia do Iraque, Luay Al-Khateeb, informou que em 2014 a guerrilha já controlava 60% dos ativos de petróleo da Síria. Doações de simpatizantes, saques e “pedágios” deixaram de ter tanta importância e o EI, à época, já tinha capacidade de contrabandear 30 mil barris de petróleo bruto por dia, vendendo-os a preços irrisórios. A responsabilidade das grandes potências nos conflitos que hoje assolam o Oriente Médio fica cada vez mais evidente. Além da iminente publicação do relatório Chilcot, resultado de investigações sobre o papel do Reino Unido na Guerra do Iraque, o próprio ex-primeiro ministro britânico Tony Blair admitiu à rede CNN no último dia 27 “certa verdade” nas afirmações que atribuem a ascensão do EI à Guerra do Iraque. “Claro que não se pode dizer que nós, que afastamos Saddam, não temos responsabilidade nisso”, afirmou. “Peço desculpas…

REALIDADE PREOCUPANTESaiba como as empresas lidam com os analfabetos funcionais

Analfabetismo funcional é uma realidade que assombra milhares de jovens no país Nesta sexta-feira, 14, o Brasil celebra o Dia Nacional da Alfabetização. Embora o número de analfabetos tenha diminuído nos últimos quinze anos, uma realidade assombra milhares de jovens no país, o analfabetismo funcional. São pessoas alfabetizadas, mas que, embora reconheçam letras e números, não compreendem textos simples, nem conseguem realizar operações matemáticas mais complexas. De acordo com o Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF), a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (aqueles que conseguem ler e compreender apenas títulos de textos e frases curtas e têm dificuldades com a compreensão de números grandes e operações aritméticas básicas), os alfabetizados em nível básico (conseguem ler textos curtos, mas não conseguem tirar uma conclusão sobre o mesmo; também realizam as operações matemáticas básicas, porém têm dificuldades com as complexas), e por fim, os alfabetizados em nível pleno (têm pleno domínio da leitura, escrita e das operações matemáticas). Ao contrário do que se pensa, a analfabetização funcional não está ligada diretamente à baixa escolaridade. Segundo o último relatório do INAF, de 2012, 38% dos jovens universitários têm dificuldade na interpretação de textos e/ou elaboração de cálculos. Analfabetos funcionais no mercado de trabalho Esses números também refletem no mercado de trabalho. A analista de Recrutamento e Seleção Sênior, Josiane Aparecida da Silva, afirma que os analfabetos funcionais estão presentes de forma geral em todas as empresas. “Reflexo, também, da qualidade do ensino no nosso país”. De acordo com ela, o impacto maior…