“Enquanto isso, quem lucrou com a devastação assiste à crise climática de camarote e ainda nega os efeitos visíveis das alterações no meio ambiente” , observa o senador Beto Faro (PT-PA).
OP Brasília (DF) A quatro meses da COP30, marcada para novembro em Belém, organizações civis, centros de pesquisa e lideranças globais entregaram à presidência da conferência, liderada por Ana Toni, uma carta com propostas urgentes para financiar a proteção da Amazônia.
O senador Beto Faro (PT-PA) acompanha de perto os preparativos e defende a presença do Pará como destaque no cenário climático global. O documento propõe conservar 331 milhões de hectares, restaurar 600 mil km2 e fortalecer comunidades indígenas e tradicionais. Segundo o Banco Mundial, seriam necessários US$ 7 bilhões por ano para proteger a floresta, mas, em 10 anos, só US$ 5,8 bilhões foram mobilizados.
Enquanto isso, quem mais lucrou com a destruição, como madeireiras ilegais, grileiros e mineração predatória, segue fora das negociações. E a pergunta ecoa: quem pagará pela restauração da Amazônia? E quem destruiu, será responsabilizado?
ASCOM Senador Beto Faro (PT-PA)
Gabinete de Brasília DF