Paraense Noah Diamantino marcou presença em Houston, em corrida internacional de Kart se destacando, agora, em nível mundial.
Os relatos sobre a performance de Noah Diamantino:
Houston não foi apenas mais uma corrida. Houston foi uma prova real de caráter, inteligência esportiva e maturidade competitiva do Noah.
apoio do pai Winsteon Diamantino
Foto: Divulgação
Ele chegou a Houston sem histórico prévio nesse circuito. Nunca havia andado nessa pista, nunca havia competido nesse traçado e nunca havia enfrentado esse nível específico de referência local.
O GRID tinha 26 pilotos — crianças extremamente preparadas, muitas delas veteranas desse circuito, com anos de experiência, conhecendo cada zebra, cada ponto de frenagem e cada saída de curva.
modelo que ele havia pilotado pouquíssimas vezes na vida. Sem intimidade, sem repertório acumulado, sem margem de erro.
Ou seja, enquanto alguns competiam em ambiente conhecido, o Noah estava aprendendo e competindo ao mesmo tempo — algo que poucos conseguem fazer em alto nível.
Durante a semana, um dos treinos foi marcado por uma chuva torrencial logo pela manhã. A pista ficou extremamente difícil, com GRID cheio e condições que normalmente separam quem apenas acelera de quem realmente sabe pilotar.
Mesmo na chuva forte, o Noah fez o TERCEIRO MELHOR TEMPO do treino. Mais do que isso: realizou ultrapassagens limpas e precisas, que arrancavam expressões de surpresa e admiração de quem assistia à beira da pista. Em condições extremas, mostrou controle fino, sensibilidade e confiança — qualidades raras para a idade.
Ao longo da semana, o Noah também foi amplamente elogiado pelos telemetristas da equipe. Os dados mostravam algo muito claro: a qualidade do seu traçado. Um traçado descrito como perfeito, limpo, eficiente e tecnicamente exemplar. Um reconhecimento que vem dos números, não da emoção.
Em uma das corridas classificatórias, o Noah foi prejudicado por um acidente provocado por outros pilotos à sua frente. Para evitar o choque, ele precisou desviar e acabou sendo atingido e tirado da prova — sem qualquer erro ou responsabilidade de sua parte.
Por consequência desse incidente, ele teve que largar em penúltimo lugar na corrida seguinte.
E essa corrida seguinte era extremamente curta: apenas oito voltas. Um cenário onde praticamente não há tempo para recuperação, onde qualquer hesitação custa caro e cada decisão precisa ser imediata.
Mesmo assim, o Noah fez uma escalada impressionante. Volta após volta, foi avançando posições com decisões rápidas e precisas, até cruzar a linha de chegada em DÉCIMO TERCEIRO lugar. Uma recuperação que, em tão poucas voltas, revela instinto competitivo, frieza e leitura de corrida fora do comum.
No dia da principal corrida, tudo se conectou.
O Noah largou, brigou, atacou, defendeu, fez ultrapassagens limpas, recuperou posições e enfrentou pilotos mais velhos, mais experientes e muito mais adaptados ao equipamento e à pista.
No final, cruzou a linha de chegada em P7.
P7 em um GRID de 26 pilotos. Ou seja, Top 10. Entre os 10 melhores da corrida.
E mais do que isso: fez o TERCEIRO MELHOR TEMPO da corrida, confirmando que o resultado foi sustentado por ritmo e performance real.
Esse P7 não é apenas uma posição no papel. É uma declaração silenciosa de que o Noah aprende rápido, se adapta rápido, não se intimida e cresce quando o nível sobe.
Mais importante do que qualquer número é o que essa semana representa no todo: a confirmação de que o Noah já consegue performar fora da zona de conforto, em ambiente internacional, com maturidade, coragem e inteligência esportiva.
Houston não foi o auge. Houston foi um degrau — um degrau muito importante.
Um degrau que mostra que essa jornada está sendo construída com consistência, visão de longo prazo e muito amor pelo automobilismo.
Por fim, deixamos um agradecimento sincero a Deus, que nos acompanha, protege e guia cada passo dessa caminhada. Que Ele continue iluminando o caminho do Noah, dando sabedoria, saúde, coragem e humildade para seguir evoluindo, aprendendo e sonhando grande.