Uma reportagem da Revista Azminas que trouxe à tona a realidade da violência obstétrica em Marabá foi selecionada como finalista do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo e Direitos Humanos. Um reconhecimento que amplia a visibilidade de uma pauta urgente e necessária para o nosso município.
Falar sobre violência obstétrica é falar sobre direitos, respeito, dignidade e humanização no atendimento às mulheres durante a gestação, o parto e o pós-parto. É também reconhecer que mulheres negras podem enfrentar formas específicas de violência e discriminação, tornando fundamental o debate sobre o racismo obstétrico.
A reportagem, realizada em julho do ano passado, só ganhou vida porque mulheres e famílias tiveram coragem de romper o silêncio e compartilhar suas histórias. Cada relato foi fundamental para revelar uma realidade que precisa ser conhecida, debatida e enfrentada.
👏🏽 Nosso reconhecimento a Revista Azminas e aos jornalistas Mariana Rosetti e João Paulo Guimarães, pelo compromisso, pela sensibilidade e pela importância desse trabalho.
💜 E nossa gratidão a todas as mulheres e famílias que confiaram suas histórias, contribuindo para que essa realidade de Marabá pudesse ser conhecida e chegasse a um espaço tão importante.
🌟 O Instituto Instrelas, que atua em Marabá na defesa dos direitos das mulheres, reafirma seu compromisso com essa luta no combate a violência obstétrica e ao Racismo obstétrico.
Estamos à disposição para acolher, orientar, fortalecer e apoiar mulheres e famílias que vivenciem situações dessas violações de direitos inclusive na busca por caminhos para realizar denúncias.
✊🏾Quando uma mulher conta sua história, ela ajuda a abrir caminho para que outras não passem pelo mesmo.💜





